A marca da besta
Segundo uma das crendices mais recorrentes dentre os religiosos, as pessoas vêm para “este mundo” para realizar uma missão, ou seja, deixar sua “marca” no mundo. Bem, essa ai deixou uma bela marca: A marca da “besta” (no sentido perjorativo, não bíblico!):
A professora Pam McLaurin de 22 anos, evangélica, que dá aula para o jardim de infância no Texas pode perder o emprego por se recusar, com bases religiosas, a fornecer sua impressão digital ao estado.
Ela está recorrendo da decisão que a suspendeu alegando que a impressão digital equivale a Marca da Besta e, portanto, é uma violação ao seu direito de praticar religião. Seu caso é similar ao dos Amish que se recusam a marcar o gado com chips RFID alegando que também são a marca da besta.
O processo de McLaurim cita várias passagens do livro de Revelações da Bíblia.
O requerimento de impressão digital serve para procurar por predadores sexuais e é exigido pelo estado.
Fonte: Wired
Vi no blog Ateus do Brasil.





